DestaqueEconomiaAumento de 6,11% nas contas de água da Sabesp já entrou em vigor

Segundo governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), reajuste da tarifa apenas atualiza a inflação em 16 meses, sem aumento real
Reportagem4 de janeiro de 20268 min
SABESP - Avaré

A chegada do ano novo no Estado de São Paulo foi acompanhada na quinta-feira (1°) pelo reajuste nas contas de água da Sabesp no estado.

tarifa básica de água sofre um reajuste de 6,11% a partir deste 1° dia do ano de 2026Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) é a empresa responsável por fornecer água potável, coletar e tratar esgoto.

Segundo a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o aumento equivale à correção da inflação nos últimos 16 meses, período usado como referência desde a privatização da empresa.

Para uma conta de água da tarifa residencial com consumo de 11m3 a 20m3, o custo de mil litros sai de R$ 6,01 e passa a ser de R$ 6,40 por m3.

O aumento foi definido pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) do governo paulista em 1° de dezembro.

Antes do processo de privatização, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) declarou que a tarifa da companhia não iria aumentar para a população.

Depois, durante a privatização, o governador explicou que a cobrança não aumentaria além de um índice de referência, projetado em contrato, que simula como seria a tarifa da Sabesp ao longo dos anos caso ela permanecesse estatizada.

Nesse primeiro reajuste da tarifa pós-privatização, o governo afirma que o percentual de 6,11% ficou 15% abaixo desse índice, caso a empresa tivesse sido mantida estatal e não fosse privatizada pela gestão Tarcísio.

“A deliberação dos novos valores, feita pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), prevê somente a reposição inflacionária do IPCA acumulado entre julho de 2024 e outubro de 2025, de 6,11%, sem aumento real para o consumidor”, diz a gestão Tarcísio.

“A recomposição tarifária seguiu o previsto no contrato, levando-se em conta a inflação acumulada nos 16 meses iniciais desde a desestatização, em julho de 2024. Nos próximos ciclos, o cálculo voltará a ser baseado em 12 meses. O novo modelo também incorpora o conceito de “tarifa de equilíbrio”, criada para absorver investimentos efetivamente realizados e auditados pela Arsesp”, afirmou o governo paulista.

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