A Cultura de Avaré está em luto. No dia 29 de agosto faleceu o ator Antonio Castilho, aos 71 anos, que atuou em diversos espetáculos teatrais e também em curtas-metragem realizados por produtoras como Vila Real Filmes, W&B Cinema Produções e Emncena Filmes.
Somente pela W&B Cinema Produções, Castilho atuou e colaborou nos curtas Fim de Festa, Brumas do Passado e Voo do Urubu Malandro. Além de ator, era poeta e artista plástico. Um artista completo.
“É com grande pesar que nos despedimos do amigo, ator e artista da vida Antonio Castilho, que, repentinamente, devido problemas cardíacos, nos deixou. Não dá pra acreditar que há menos de 1 anos atrás estávamos gravando, viajando e levando a diante os filmes no qual ele atuou e colaborou. Atuante no teatro, na poesia, no audiovisual e também nas artes plásticas, Castilho nos deixa uma mensagem que nunca é tarde para lutarmos pelos nossos sonhos, aos 70 anos de idade foi protagonista de 2 filmes, demonstrando sempre uma vontade incansável e um sentimento verdadeiro em sua atuação. Será lembrado como um fiel amigo e por sua alegria tão característica que tantas vezes nos fizeram sorrir, hoje se despede do mundo físico, mas ficará presente pra sempre em nossas memórias. Até mais meu amigo”, escreveu o diretor de cinema Waldir Bronson.
Castilho deixa a esposa Nadir Benedette e os filhos Bianca, Bruno, Bibiana e Breno. Seu corpo foi velado no Velório Municipal e seu sepultamento ocorreu no dia 30 no cemitério local.
CARLOS ALONSO – Aos 94 anos, faleceu na manhã deste dia 3 de setembro o violeiro e poeta caipira Carlos Alonso, fundador do Clube da Viola e Sanfona de Avaré e integrante ativo do Centro Literário Anita Ferreira De Maria.
Natural de Itatinga, seu Carlos Alonso, era detentor de mais de 200 músicas caipiras e muitas poesias. Na infância morou em Avaré, onde conheceu e se apaixonou pela música. Filho de pai administrador de fazenda, ele foi influenciado pelo estilo musical desde muito cedo.
Aprendeu a tocar viola com poucas aulas com um conhecido. Ele observava bastante quando alguém tocava perto dele para aprender cada vez mais sobre o curioso instrumento.
Apesar da paixão do seu Carlos por compor, ele buscou conciliar o sonho com o trabalho que exercia. Foi motorista de diretoria durante 30 anos em quatro empresas em São Paulo. Felizmente, quando voltou para Avaré há 22 anos atrás, pôde se dedicar integralmente a música.
Em 2015 foi agraciado com a Medalha de Honra ao Mérito Maneco Dionísio, por indicação do então vereador Edson Theodoro da Silva. Fez recentemente uma participação especial no filme Brumas do Passado. Deixa a esposa Leonice Gomes de Araujo e os filhos Márcia, Roberto, Mário, Cristina e Isabel. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, de onde sairá o féretro para o cemitério local às 16h.

