AcontecendoEm Itapetininga, Barcheti é alvo de polêmica com entidade social

Em Itapetininga, Barcheti é alvo de polêmica com entidade social Recentemente o Serviço de Obras Sociais (S.O.S) de Itapetininga recebeu um ofício destacando o prazo de 60 dias para o rompimento do contrato com a Prefeitura. A verba de R$ 7 mil mensais está prestes a deixar de ser repassada. Da Redação De acordo com Adriana Galdino de Oliveira Corrêa, assistente social responsável pelo local, tudo teria acontecido após uma discussão com o atual secretário...
Avatar A Comarca20 de agosto de 2013

Em Itapetininga, Barcheti é alvo de polêmica com entidade social

Recentemente o Serviço de Obras Sociais (S.O.S) de Itapetininga recebeu um ofício destacando o prazo de 60 dias para o rompimento do contrato com a Prefeitura. A verba de R$ 7 mil mensais está prestes a deixar de ser repassada.

Da Redação

Crédito Foto: Correio de Itapetininga
Crédito Foto: Correio de Itapetininga

De acordo com Adriana Galdino de Oliveira Corrêa, assistente social responsável pelo local, tudo teria acontecido após uma discussão com o atual secretário de Promoção Social de Itapetininga, o ex-prefeito de Avaré, Rogélio Barcheti.

Adriana alegou que Barcheti estaria tentando colocar no S.O.S.  moradores de rua sem documentação e até mesmo usuários de drogas, o que estaria em desacordo com as normas da instituição.

A assistente social afirma ter tentado explicar que usuário de drogas deveria frequentar o Centro de Apoio Psicossocial durante o dia, e quando o mesmo apresentasse melhora, seria atendido pelo S.O.S., mas de acordo com Adriana, Rogélio Barcheti a teria ofendido.

AMEAÇA DE CORTE

O secretário teria utilizado a expressão “sou eu quem paga o seu salário”, dizendo que Adriana deveria fazer aquilo que ele mandasse. A assistente social destacou ainda que após a discussão, Barcheti teria ameaçado cortar os repasses para o Serviço de Obras Sociais.

De acordo com a Prefeitura de Itapetininga, o S.O.S. não estava acolhendo os moradores de rua, e a verba só deve ser cortada caso a instituição continue se recusando a receber andarilhos. Em entrevista a uma emissora de TV, Barcheti disse que a entidade tinha obrigação de cumprir seu papel social, sob pena de ter o convênio cancelado. Conforme informações, a entidade tem um prazo de 60 dias para se readequar .

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