Por oito dias um grupo de 16 pessoas de Avaré, na sua maioria, educadores aposentados, esteve no Peru, visita coroada pela ida a Machu Picchu, a célebre cidadela dos incas, preservada no topo de uma montanha, a 2.430 metros de altitude, no Valle Sagrado, parte da Cordilheira dos Andes.
“Foi fantástica a nossa viagem a esse lugar maravilhoso” definiu a professora Maria Adélia Pimentel Tamassia, impressionada com os relatos de Felipe Canales, experiente guia cusquenho da agência Vipac, que orientou o grupo nas três horas de caminhada pelas intrigantes trilhas e muralhas feitas nos anos 1420, na era pré-colombiana.
Machu Picchu, que significa velha montanha na língua quíchua, fundada pelo imperador inca Pachacuti (1408-1474), fica encravada sobre o vale do rio Urubamba e tem duas grandes áreas: a agrícola formada por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.
Quem aproveitou muito o passeio foi a professora Maria Aparecida Lopes Duarte, a Cidinha, de 84 anos, veterana do grupo da excursão organizada pela agência Viaje Mais. Acompanhada pela tour líder Letícia Becca Duarte, ela disse que o lugar é de tirar o fôlego, mas que valeu conhecê-lo por ter escapado da destruição durante a colonização espanhola.
Energia e superação – A visita a esse sítio arqueológico da civilização inca, um dos mais importantes do mundo, também tocou Regina Célia Gonçalves Theodoro da Silva, professora de história, pois para ela Machu Picchu guarda uma energia singular que só quem foi consegue descrever. “Lá cada um pessoal e interiormente se superou e se renovou com as boas vibrações”, observou.

