PolíticaProjeto proíbe verba pública em eventos que promovam sexualização de crianças e adolescentes

De autoria do vereador e vice-presidente Roberto Araujo (PTB) a proposta está tramitando pelas comissões da Câmara
A Comarca27 de novembro de 20213 min

Um projeto de lei que proíbe a utilização de verba pública em eventos e serviços que promovam a sexualização de crianças e adolescentes está tramitando pelas comissões da Câmara e já foi apontado para ser discutido e votado nas próximas sessões.

De autoria do vereador e vice-presidente Roberto Araujo (PTB), o texto do projeto diz que os serviços públicos e os eventos patrocinados pelo Poder Público, sejam para pessoas jurídicas ou físicas, devem respeitar as normas legais que proíbem a divulgação ou acesso de crianças e adolescentes a apresentações, presenciais ou remotas, de imagens, músicas ou textos pornográficos ou obscenos, assim como garantir proteção em face de conteúdos impróprios ao desenvolvimento psicológico.

Publicidade
Espaço disponível Você chegou até aqui lendo. Seu cliente também chega, e é aqui que ele para. 300×250 · 4.480 impressões/mês
após o 2º parágrafo da matéria
R$ 420/mês Anuncie aqui

“A valorização da infância e da adolescência deve ser uma política pública precípua de todo ente público, principalmente no que tange ao combate à pedofilia, à sexualização precoce e aos mecanismos que possam causar algum tipo de desvirtuação daquilo que se entende dos bons costumes é causar conflito no processo de educação e formação ministrado por pais e mães. Compete a pais e mães a obrigatoriedade da formação dos filhos no que tange ao conceito de sexualidade e a condução do tema junto a crianças e adolescentes. Logo, esta propositura foi construída a partir do princípio de preservar crianças e adolescentes e evitar que conflitos indesejados sejam criados em momentos inoportunos para as famílias paulistas”, justifica Roberto Araujo.

O vice-presidente ressalta ainda que não se trata de censura a qualquer tipo de arte ou publicação. “O intuito desta propositura é o de garantir que o erário não seja utilizado para criar conflitos no seio da família paulista. Esse projeto baseia-se no PL 318/2021 de autoria da Deputada Estadual Leticia Aguiar, que segue em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo”, conclui o autor.

Comente

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sua marca ao lado da notícia de Avaré e região. Anuncie conosco Política de Privacidade